Três das seis principais empresas de aquisição de dados que atuam no Brasil conseguiram diminuir os prejuízos globais no primeiro trimestre de 2017...


Clipping - Óleo e Gás
Metade das companhias de dados que atuam no Brasil conseguem melhorar resultados
19/06/2017
Três das seis principais empresas de aquisição de dados que atuam no Brasil conseguiram diminuir os prejuízos globais no primeiro trimestre de 2017. Enquanto EMGS e Spectrum registraram prejuízos menores no começo deste ano em relação ao mesmo período de 2016, a TGS conseguiu sair das perdas de US$ 20,2 milhões no ano passado para ganhos de US$ 1,6 milhão este ano.

Por outro lado, a PGS, a Polarcus e a CGG aumentaram as perdas na comparação anual. Ainda assim, as companhias afirmam que já começam a ver a luz no fim do túnel da crise.

“Os níveis de preço na indústria para serviços de sísmica continuam baixos, apesar de alguns desenvolvimentos nas concorrências, que aumentaram em relação ao ano passado”, afirmou a Polarcus, companhia que teve a maior piora nos resultados, saindo de um lucro de US$ 146 milhões no primeiro trimestre de 2017 para um prejuízo de US$ 38 milhões este ano.

O faturamento das companhias também apresentou comportamento variado. Três das empresas tiveram perdas nas receitas (PGS, EMGS e Polarcus), enquanto as outras três conseguiram aumentar o faturamento, a TGS, Spectrum e CGG. No caso destas duas últimas, contribuiu o aumento do faturamento com vendas de levantamentos multiclientes, que cresceram 41% e 32% respectivamente.

Ambas citaram boas perspectivas para o Brasil durante a divulgação dos resultados e a Spectrum, inclusive, iniciou uma nova campanha no país durante o trimestre. A companhia está levantando dados na Bacia Potiguar, de olho nas áreas que serão ofertadas na 15ª Rodada, programada para 2018.

“A Spectrum acredita que 2016 e 2017 serão o fim da baixa atual. A companhia vê projetos multicliente mais atraentes previstos para este ano, em comparação com os dois últimos anos”, afirmou a empresa.

O país também foi citado pela PGS, que citou perspectivas de crescimentos no Brasil para o ano que vem, principalmente no mercado 4D, mas reclamou da baixa nas atividades brasileiras no começo de 2017.

“Um dos principais mercados em que estivemos ativos no trimestre foi o Brasil, que está parado em comparação ao que historicamente já foi”, afirmou Jon Reinhardsen, CEO da companhia.

De olho no futuro, as companhias estão voltando a investir. A TGS, por, exemplo, já anunciou o início de 11 novos levantamentos somente este ano, sendo um multicliente e 10 pré-financiadas. As campanhas são conduzidas nos Estados Unidos, Golfo do México americano, Noroeste Africano, Irlanda, Noruega e Canadá, sendo que neste último país os projetos são uma parceria com a PGS.

“Notamos um aumento nas atividades comerciais e, com uma base de custos reduzida, e a emissão de ações, a companhia está bem posicionada para seguir em frente”, comentou o CEO da EMGS, Christiaan Vermeijden, durante o anúncio dos primeiros resultados do ano.
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Fonte:  Brasil Energia  Link direto:  Clique aqui
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