A fabricante de tubos Vallourec quer aproveitar a nova onda de leilões de petróleo no Brasil para vender pacotes que incluam também soluções tecnológicas e serviços, além dos tubos...


Clipping - Contratos
Vallourec mira vencedores de leilões
09/11/2017
A fabricante de tubos Vallourec quer aproveitar a nova onda de leilões de petróleo no Brasil para vender pacotes que incluam também soluções tecnológicas e serviços, além dos tubos propriamente ditos, disse ao Valor o presidente da Vallourec Soluções Tubulares do Brasil, Alexandre Lyra.

O executivo lembra que atualmente a empresa vende mais ao exterior do que internamente, depois que o setor de petróleo e gás praticamente congelou as atividades no país. Localmente, a companhia consegue contratos com rentabilidade muito maior, porque comercializa os produtos em conjunto com serviços e soluções, algo que não é possível na exportação.

"Estamos já em tratativas com a Petrobras e outras operadoras, que conquistaram blocos nos leilões recentes, para oferecer esse pacote. Além dos tubos, vendemos a logística, manutenção e reparo às plataformas, e com a indústria 4.0, usamos "big data", por exemplo, para trazer soluções modernas às empresas", afirmou o executivo.

A ideia da Vallourec é convencer os clientes a tratarem os poços de exploração como um ativo, que precisa de confiabilidade e maior vida útil. Essa aposta em serviços e as exportações permitiram à companhia fugir de uma crise financeira mais séria, que comprometeria sua operação, em um momento no qual o setor parou de consumir.

"A estratégia no momento é manter cerca de 70% das vendas ao exterior, sendo que no passado a equação era inversa, exportávamos só 30%", explicou Lyra. "Não podemos ir contra a tendência do mercado. Se nosso cliente não compra mais, temos em investir em produtividade e ir ao exterior."

Nesta década, a Vallourec desembolsou mais de R$ 5 bilhões em investimentos nas suas unidades produtivas de Belo Horizonte e Jeceaba (MG). O foco, além de modernização, era preparar as unidades para oferecem também os serviços.

Lyra, que também é presidente do conselho do Instituto Aço Brasil, comentou que sem uma política de conteúdo local, além de as produtoras de aços planos potencialmente perderem espaço, é possível que a recuperação em longos fique com a importação.

"Se é uma questão tão grande manter o programa de conteúdo local, vincular o financiamento do BNDES à compra de produtos nacionais poderia ajudar", disse.
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Fonte:  Portos e Navios  Link direto:  Clique aqui
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