Clipping - Óleo e Gás
QGEP exalta áreas do Pará-Maranhão
10/11/2017
A QGEP afirmou durante conferência com analistas nesta quinta-feira (9/11) que os blocos do Pará-Maranhão podem estar entre as melhores áreas do pós-sal. No momento, a companhia está finalizando a avaliação da sísmica 3D levantada nos blocos PAMA-M-265 e PAMA-M-337, que opera na bacia.

“É uma área que demanda muito trabalho em relação à avaliação de atributos. É, provavelmente, uma das melhores áreas do pós-sal brasileiro fora de Sergipe-Alagoas”, comentou José Milton Mendes, superintendente de Exploração da petroleira.

A companhia pretende ir ao mercado no começo de 2018 para buscar potenciais parceiros interessados em adquirir uma parcela de sua participação nos dois blocos do Pará-Maranhão e em um bloco na Foz do Amazonas (FAZ-M-90).

A QGEP demonstrou otimismo em relação aos seus negócios em 2018. Além de prever aumento na produção de gás no campo de Manati, que deve crescer de uma média de 4,9 milhões de m³/dia em 2017 para 5,1 milhões de m³/dia em 2018, devido ao maior despacho das termelétricas no Nordeste do país, a empresa projeta ganhos maiores do que os previstos com a venda do óleo de Atlanta. A área é de óleo pesado, escasso no mercado internacional desde o início dos cortes de produção da Opep, e tem o início da produção programada para o começo do ano que vem.

“Calculamos que o desconto em relação ao Brent, que antes era de US$ 18/barril, deve baixar para uma margem de US$ 11/barril a US$ 13/barril”, explicou a companhia.

Ao todo, a QGEP registrou lucro de R$ 60,5 milhões no terceiro trimestre, queda de 4% na comparação com os R$ 63 milhões do mesmo período em 2016. As receitas de julho a setembro totalizaram R$ 135,6 milhões, aumento de 25% na comparação com o faturamento de R$ 108,4 milhões dos mesmos meses no ano passado.

Novo sócio em Atlanta

A QGEP viu com bons olhos o interesse da Azibras em adquirir uma parcela da participação da Dommo Energia no campo de Atlanta.

“Esperamos que progrida e é necessário que aconteça mais rápido do que temos observado”, sublinhou Lincoln Guardado, diretor-presidente da QGEP, sobre o acordo.

As companhias anunciaram o início das negociações no mês passado, no entanto, Dommo, QGEP e Barra Energia, atuais sócios do campo, estão em uma arbitragem internacional devido a acusações de inadimplência em relação aos investimentos na área. Segundo a QGEP, a Dommo tem uma dívida de R$ 97 milhões com o consórcio.
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Fonte:  Brasil Energia  Link direto:  Clique aqui
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